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Eu sinto tudo isso e ao mesmo tempo não sinto. No instante em que tudo pára e eu posso observar com clareza e ao mesmo tempo bem embaçado o que ainda está por vir, sinto coisas que não estão próximas a mim e eu não entendo nada disso, fico assustada e imune, não posso fazer nada, nem gritar, porque não vou saber explicar o motivo da minha gritaria repentina e sem motivos para aqueles que me olham por fora, até que alguns irão me chamar de louca e eu não terei como me defender, pois ainda não sei o motivo de tudo e continuarei tentando gritar outras vezes, porque eu não tenho controle sobre isso, não tenho controle sobre nada disso, não posso evitar. Então eu posso me fazer todas as perguntas que me deixam com a cabeça nos ares e não encontrarei as respectivas respostas, porque ainda não posso saber. Então é tudo como um pesadelo, sei que não deveria me culpar, mas a sensação de ter uma coisa importante nas mãos e deixar escapar e voar como uma pena é muito desconfortante.
Passar o dia em casa sem querer falar com ninguém e até enjoar dessa Internet e desse tal MSN que tem tanta gente que eu não quero falar, mas eu fico naquela de não ter direito de não falar com as pessoas, gosto de ser assim, vou continuar sendo.
“Priscila tu é muito ingênua”. Sou? É... Posso ser. Devido a minha ingenuidade eu ganho tantos pontos que você não sabe, deixa-me ser assim, eu não quero ter raiva de ninguém, me façam o que for, não quero ligar e nem devo ligar. Não sei se seus conselhos me servem de alguma coisa na maioria das vezes, não gosto de segui-los, deixa que eu já sou bem crescidinha para decidir certas coisas.
Não vou fazer como a maioria, abandonar isso aqui por conta de uma bosta de fotolog!!!
:: Postado por
Priscila Martins
às
09h55
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Medo
Parece que eles estão mesmo querendo me pegar, me acórdão no meio da madrugada e do nada puxão meus lençóis, me pegam pelos braços e me levam a algum lugar que me assusta e me faz gritar com todas as minhas forças pelos nomes das pessoas que podem me salvar. Na cama, olho para todos os lados e procuro uma luz branca no meio de toda a escuridão que tem dentro do meu quarto, acho a luz do meu abajur, mas, até ela me assusta. Uma sensação de perda, e eu começo a me enrolar nos lençóis e a escutar sons produzidos pela minha própria mente(?). Tenho medo até do ventilador...
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Realmente não importa mais, nem adianta me ligar, hoje eu percebi que nada importa, nada me faz bem e nada me faz pensar em voltar atrás depois de tudo. Livre... =)
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*Hoje me chamaram de uma coisa: "coisamaizilindademeudeus..." (ele é um amor)
:: Postado por
Priscila Martins
às
12h24
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