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A depressão já fez parte de mim, da minha família e do meu dia a dia, me tirou uma das pessoas que eu mais amei nesta vida, talvez por pura fraqueza, quem sabe a sintonia do rádio estivesse baixa demais para pensamentos positivos, pelo sufoco, dor e sensações horríveis que ela causa, as pessoas procuram o alívio pro peito. Há o sofrimento de quem sente e o sofrimento de quem vê o sofrimento, de quem assiste de fora as crises de choro, á vontade de interromper a vida. Mas por qual motivo mesmo?
Acredito que quando uma pessoa adoece emocionalmente – não falo de tristezas passageiras – ela tenha bons motivos para entrar no quadro depressivo, é uma doença como todas as outras, pior do que um câncer, toma conta da mente, entorpece. Mas também acredito que as pessoas deixam que ela chegue, abrem portas, se entregam. Como muitas vezes nos entregamos á tristeza como se ela nos trouxesse felicidade e queremos o escuro como se ele nos trouxesse luz. Quando estamos no escuro não enxergamos um palmo á nossa frente, exemplo da falta de energia.
Quero a tristeza profunda longe de mim, lágrimas fazem parte de mudanças, desabafar é a melhor forma que encontro pra tirar pesos das minhas costas, nunca omito, falo do que sinto para quem realmente deve saber. Não me enrolo, não engano meu próprio coração, tento a todo custo tirar sentimentos ruins da minha estrada.
Então que eu percebi que minha vida mesmo é andar com um sorriso no rosto, ajudar a quem eu acho que tenho alguma coisa á oferecer, aprender a amar de verdade, porque o que eu mais sei fazer na vida é ser egoísta comigo, com os outros e com os meus sentimentos.
:: Postado por
Priscila Martins
às
12h01
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É legal quando seus sonhos de infância vão se realizando quando se está mais velha, eu fico mais menina do que eu já sou, sorrindo pro vento e cantando pro nada.
Ele está aqui do meu lado, não arreda o pé de perto de mim, me lambe todinha, late a noite inteira na janela do meu quarto e morde meu pé como quem diz assim: “eu já gosto tanto de ti”, está me fazendo acordar ás 6 horas da manhã (coisa que nem em sonho eu fazia, a não ser pra ir pra aula), comidinha na boca... Eu sempre quis um cachorrinho, pois eis que enfim minha mãe me deixou ter um, o Porção! Bem... ele não é o mais delicado (pit Bull) mas anda me ajudando mais que muita gente!
E a alegria se faz presente depois de longos 4 dias fora de casa, voltei e muita coisa mudou. Começo de algo, fim do que não deveria ter sido. Quero vinho hoje, quero vento nos meus cabelos, quero gente sorrindo e dançando. Quero a minha liberdade restrita!
As palavras têm fugido de mim.
:: Postado por
Priscila Martins
às
11h11
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